Perguntas Frequentes [Imóveis Resale]
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  1. Como tenho acesso aos imóveis?
  2. Quais modalidades de venda estão disponíveis na plataforma?
  3. O que significam os status da venda?
  4. O que significam os valores do imóvel?
  5. Como é calculado o deságio (desconto)?
  6. A descrição e as fotos do imóvel refletem a situação atual do mesmo?
  7. Como compro um imóvel divulgado pela Resale?
  8. Quem é responsável pela desocupação do imóvel, quando ocupado?
  9. Como funciona o processo de desocupação do imóvel?
  10. Os moradores podem se negar a desocupar o imóvel?

Disponibilizamos um aplicativo gratuito para as versões Android e IOS que permite filtrar os imóveis de acordo com o tipo, região em que se localizam e faixas de valores. Além disso, a ferramenta notifica o usuário sempre que um novo imóvel for disponibilizado para venda. No site divulgamos alguns imóveis que se encontram na modalidade de venda direta.

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Os imóveis divulgados na Resale se enquadram nas seguintes categorias:

Leilão/1º Leilão/2º Leilão: imóveis de propriedade pública ou privada que tenham sido penhorados, alienados ou que sejam considerados sem finalidade para entes públicos e que são vendidos a quem oferecer o maior lance em eventos realizados presencialmente ou por meios eletrônicos;

Licitação/Concorrência Pública: imóveis de propriedade de órgãos públicos sujeitos à Lei 8.666/93 e que são comercializados utilizando critérios específicos, por meio de propostas fechadas, com datas definidas para abertura, em que ganha a proposta com maior valor;

Venda Pública: imóveis de propriedade de órgãos públicos sujeitos à Lei 8.666/93 e que são comercializados utilizando critérios específicos, em que a proposta vencedora é a primeira a ser apresentada, com valor igual ou superior ao valor mínimo de venda;

Venda Direta: imóveis que são vendidos diretamente pelos seus proprietários, sejam eles instituições financeiras, incorporadoras, credores, investidores ou pessoas ou jurídicas em geral. Sua comercialização acontece por meio de propostas que são avaliadas pelos vendedores, de acordo com critérios próprios.

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Ativo: imóvel disponível para venda;

Vendido: imóvel vendido pela plataforma. Os imóveis vendidos ficam disponíveis para consulta por 5 dias;

Encerrado: imóvel que fazia parte de leilão, licitação, concorrência ou venda pública e que teve seu prazo de oferta encerrado.

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Valor de Avaliação: é o valor do imóvel de acordo com a avaliação realizada por uma empresa especializada contratada pelo banco;

Valor de Mercado: é o valor apurado junto ao mercado utilizando como base outros imóveis similares. Esse valor pode ser ajustado a qualquer momento de acordo com as informações recebidas em nossa plataforma e serve somente como referência;

Valor Proposto ou Lance Mínimo: É o valor mínimo para realização de propostas pelo imóvel;

Valor Mínimo: é o valor mínimo pelo qual o vendedor aceita vender o imóvel e, portanto, não cabem propostas com valores menores.

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O deságio apresentado na plataforma, ao lado do valor de venda do imóvel, é calculado sobre o valor de avaliação realizado pelo vendedor.

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Descrição, fotos e áreas mencionadas na Ficha do Imóvel são fornecidas pelos vendedores e podem não refletir sua situação atual, uma vez que tais dados foram obtidos a partir dos laudos de avaliação que podem ter sido realizados na época da concessão do crédito que originou o processo de retomada. O mesmo vale para fotos obtidas por meio do serviço Street View, do Google.

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Leilão, Licitação e Venda Pública: os usuários da plataforma serão direcionados diretamente para os sites dos leiloeiros, imobiliárias ou dos vendedores para que possam seguir com o processo de compra;

Venda Direta: toda pessoa interessada na compra de um imóvel anunciado na plataforma precisa submeter uma proposta de compra à análise do vendedor. Somente após a proposta ser aceita é que a compra é finalizada e formalizada. Em alguns casos, o vendedor pode fazer uma contraproposta caso haja oferta mais interessante pelo imóvel.

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A desocupação do imóvel será de total responsabilidade dos compradores, assim como os custos. A exceção são os casos em que há, na Ficha do Imóvel, apontamento diferente.

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Tecnicamente o nome correto para esse processo é “reintegração de posse”, apesar de alguns advogados utilizarem a termo “imissão de posse”, por entenderem que os atuais compradores estariam obtendo a posse pela primeira vez. Independente da terminologia empregada, que pode ser melhor compreendida nesse texto jurídico, o fato é que há a necessidade de ingressar com uma ação judicial para que o imóvel seja desocupado, exceto nos casos em que essa desocupação ocorra de maneira amigável;

Os compradores têm legitimidade para pleitear a reintegração de posse do imóvel por meio de liminar judicial;

Por se tratar de um processo judicial, é fundamental buscar assessoria jurídica para orientação antes e após a compra.

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É natural que os ex-mutuários resistam a uma desocupação do imóvel e até se recusem a fazê-lo. No entanto, a Lei é clara e será cumprida pelo Judiciário, como vem ocorrendo desde 1997, quando foi instituída a alienação fiduciária para os contratos de financiamento imobiliário no Brasil;

Para entender melhor essa questão, recomendamos a entrevista com o desembargador Werson Rego no Programa Mais Você: http://goo.gl/5kwTH3

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